quinta-feira, 29 de julho de 2010

Pnuma elogia navio produzido com garrafas de plástico

27/07/2010 Chefe da agência da ONU diz que embarcação 'Plastik' ajuda na luta contra a poluição dos oceanos; 100 mil animais marinhos morrem todos os anos por causa do lixo nas águas.

Plastik
Plastik

Mônica Villela Grayley, da Rádio ONU em Nova York.


O Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente, Pnuma, elogiou, nesta terça-feira, a viagem realizada por um navio construído de garrafas de plástico.
O 'Plastik', como foi batizado pelo inventor David de Rothschild, completou uma viagem de quatro meses no Porto de Sydney, na Austrália, após partir da cidade de São Francisco, nos Estados Unidos, em março.

Marco
O navio foi produzido com cerca de 12,500 garrafas plásticas recicláveis.
Numa mensagem de vídeo, de Nairóbi, sede do Pnuma, o diretor-executivo da agência, Achim Steiner, disse que Rothschild e toda a tripulação não tinham completado apenas uma viagem, mas sim um marco que teria um grande impacto no meio ambiente.
De acordo com o Pnuma, cerca de 8 milhões de unidades de lixo marinho contaminam os oceanos e mares todos os dias. Deste total, 63% são lixos sólidos lançados ou perdidos pelos navios.

Baleias e Golfinhos
A conta é paga pelos animais marinhos. Anualmente, 100 mil tartarugas, golfinhos, baleias e focas morrem por causa dos objetos plásticos encontrados nas águas.

http://www.unmultimedia.org/radio/portuguese/detail/182736.html

quarta-feira, 28 de julho de 2010

Cumprimento de metas ambientais esbarra na falta de pessoal qualificado

14/07/2010 16:53

Janine Moraes

Medeiros (2º D): se o Brasil não estruturar órgãos e qualificar funcionários não terá resultados satisfatórios.
As dificuldades do Brasil para atingir metas fixadas em compromissos ambientais internacionais foram debatidas mais uma vez nesta quarta-feira na Câmara, no segundo dia do seminário sobre o Ano Internacional da Biodiversidade. Os problemas dizem respeito à ampliação de áreas protegidas, acesso a recursos genéticos e controle de espécies invasoras, o que é agravado pela falta de pessoal e de qualificação nos órgãos ambientais e também de articulação entre diferentes ministérios.
No encontro, o secretário substituto de Biodiversidade e Florestas do Ministério do Meio Ambiente (MMA), João de Deus Medeiros, afirmou que o Brasil só poderá enfrentar os desafios existentes se estruturar os órgãos, aumentando o número de funcionários e qualificando-os. Na opinião do secretário, é preciso qualificar os agentes do Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama), da Polícia Federal e da Receita Federal. “Senão, vamos continuar tendo uma política capenga e com resultados insatisfatórios”, disse o secretário.

Fiscalização ambiental
Um trabalho realizado pelo Tribunal de Contas da União (TCUÓrgão auxiliar do Congresso Nacional que tem por atribuição o controle externo dos atos financeiros, orçamentários, contábeis, operacionais e patrimoniais dos Poderes da República. ) entre 2005 e 2006 apontou deficiências na fiscalização ambiental a cargo do governo federal nas fronteiras e nos aeroportos. Plantas e animais apreendidos muitas vezes são acondicionados inadequadamente e os funcionários não sabem nem mesmo identificar as espécies. “Há uma deficiência na atuação da Polícia Federal para o combate à biopirataria”, disse o gerente da 1ª Divisão Técnica da 8ª Secretaria-Geral de Controle Externo do TCU, Fernando Dorna Magalhães.
Após o estudo, foram feitas recomendações de capacitação de pessoal a diversos órgãos. Segundo Magalhães houve resultados. O Ibama, por exemplo, instituiu novos postos de fiscalização em portos e aeroportos nos últimos anos.

Mudanças
O coordenador-geral de Gestão de Pessoas do MMA, Humberto Luciano Schloegl, reconheceu que o ministério sofre com a falta de pessoal e de qualificação. Mas disse que, por outro lado, os últimos concursos para o Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio) reservaram vagas especificamente para a Amazônia e delimitaram a formação do candidato.
No quadro de pessoal específico do MMA, o número de servidores efetivos, segundo Schloegl, passou de 12, em 2005, quando ainda não existia uma carreira para o órgão, para os atuais 640. No total, o ministério tem atualmente 1.240 funcionários. No ano passado, foi assinado um contrato com a Universidade de Brasília (UnB) para formação de 60 servidores do quadro do ministério.
“A expectativa é que isso seja ampliado para o Instituto Chico Mendes e o Ibama no próximo ano. Temos a intenção de incluir outros ministérios, como Minas e Energia, nessa capacitação. Precisamos entender a realidade de outros órgãos que tratam de infraestrutura”, disse ainda o coordenador.

Área protegida
Outro problema bastante discutido no seminário foi a ampliação da área protegida no País. Segundo dados apresentados pelo diretor de áreas protegidas do MMA, Fábio França, o Brasil possui hoje 310 unidades federais de conservação, 620 estaduais e 930 reservas particulares do patrimônio natural. Essas unidades englobam 17,4% do território continental e 1,6% da área marinha, totalizando 1,5 milhão de quilômetros quadrados.
Apesar dos números, ainda falta muito para que se cumpram as metas de proteção dos diferentes biomas. Em 2006, a Comissão Nacional de Biodiversidade (Conabio) definiu que até este ano 30% da Amazônia e 10% dos outros biomas deveriam ser protegidos. No entanto, esse percentual é de 27,1% na Amazônia, 9% na Mata Atlântica, 8,2% no Cerrado, 7,3% na Caatinga, 4,8% nos Pampas e 1,6% na área marinha.
Segundo João de Deus Medeiros, a ampliação dessas áreas de conservação esbarram na resistência local, seja da comunidade, de empresários ou de políticos. Para a coordenadora-geral de Proteção Integral do Instituto Chico Mendes, Giovanna Palazzi, mais do que criar novas áreas, é preciso implementar as existentes, o que passa mais uma vez pelo aumento e capacitação de pessoal e também pelo envolvimento da sociedade no problema.
O seminário, promovido pela Comissão de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável, continua na tarde desta quarta-feira, no plenário 2. O evento foi sugerido pelos deputados Jorge Khoury (DEM-BA) e Fernando Marroni (PT-RS) e faz parte da programação comemorativa ao Dia Mundial do Meio Ambiente (5 de junho) e ao Ano Internacional da Biodiversidade, em 2010.

quarta-feira, 14 de julho de 2010

Acordo garante recuperação ambiental do Pico de Itabirito

Gustavo WerneckEstado de Minas 
Publicação: 14/07/2010 06:30 
Atualização: 14/07/2010 06:48

Depois de acordo entre empresas e promotores, após oito anos de 
negociações, região agora terá que passar por recuperação ambiental - 
(Beto Novaes/EM/D.A. Press - 20/08/2002 )
Depois de acordo entre empresas e promotores, após oito anos de negociações, região agora terá que passar por recuperação ambiental.

Justiça para uma importante referência cultural e turística de Minas. Em ação do Ministério Público Estadual (MPE), foi firmado termo de compromisso com as empresas Minerações Brasileiras Reunidas (MBR) e Vale para a recuperação ambiental e paisagística da área de tombamento do Pico de Itabirito, em Itabirito, a 55 quilômetros de Belo Horizonte. “No caso específico do Pico do Itabirito, com mais de 1,8 mil metros de altitude e marco para bandeiras paulistas que desbravaram o território mineiro no fim do século 17 e início do 18 em busca do ouro, foram oito anos de muito trabalho”, disse o coordenador da Promotoria Estadual de Defesa do Patrimônio Cultural e Turístico/MG, Marcos Paulo de Souza Miranda.


Segundo o acordo, as mineradoras terão que executar, no prazo de cinco anos, a partir de 1º de setembro, projeto de reabilitação do pico e áreas adjacentes, em condições já aprovadas pelo Instituto Estadual do Patrimônio Histórico e Artístico (Iepha/MG), Instituto Estadual de Florestas (IEF) e Superintendência da Região Central Metropolitana de Meio Ambiente (Supram/Secretaria de Estado de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável (Semad). Junto a isso, elas terão que monitorar a execução das obras, com envio, a cada oito meses, de relatórios a esses órgãos e ao Conselho Municipal do Patrimônio Cultural de Itabirito, além de desenvolver ações de educação patrimonial

Marcos Paulo informa que o monumento foi o primeiro no país a sofrer um destombamento: “Recebeu proteção federal em 1962, mas, dois anos depois, ela foi retirada, para atender interesses de mineradoras inglesas e norte-americanas.” Ao longo das últimas décadas, o monolito sofreu várias intervenções até ser tombado pela Constituição Estadual em 1989. Em 2002, o secretário da Semad, José Carlos Carvalho, o procurador de Justiça Jarbas Soares Júnior e outras autoridades federais e estaduais iniciaram os trabalhos que deram origem ao compromisso agora firmado.

Cata Branca

Pelo termo, as empresas se comprometeram a fazer o cercamento do sítio histórico e arqueológico de Cata Branca, área de aproximadamente 45 hectares, situada no entorno da Mina do Pico, e fazer a sinalização indicativa e interpretativa. A Semad e o IEF, que assinaram o termo como intervenientes-anuentes, e a Anglogold Ashanti Brasil Mineração, que detêm o direito de exploração, concordaram com a instituição de uma unidade de conservação, na modalidade monumento Natural, cuja gestão e administração será de responsabilidade do IEF.

A Vale afirma ter usado, nos projetos apresentados, “a melhor tecnologia com mapeamento a laser e 3D” e diz que, por política, atua de forma sustentável. Já a Anglogold indicou, em nota, que “a parceria é totalmente coerente com nossa permanente busca de melhoria no legado ambiental, cultural e social da mineração”.

http://www.uai.com.br/htmls/app/noticia173/2010/07/14/noticia_minas,i=168760/ACORDO+GARANTE+RECUPERACAO+AMBIENTAL+DO+PICO+DE+ITABIRITO.shtml

Tartaruga rejeitada faz amizade com brinquedo








Reprodução/BBC 
Brasil
Timid Timmy demonstra afeto pela tartaruga de plástico


 Uma tartaruga do santuário de Tortoise Gardens, na região da Cornualha (sul da Inglaterra), fez amizade com uma tartaruga de plástico. Timid Timmy ("Tímida Timmy" em tradução livre) foi mantida em um viveiro separado depois que outras tartarugas a rejeitaram e a excluíram do grupo. 



Confira o vídeo:



Para ela não se sentir só Joy Bloors, a dona do santuário, colocou uma tartaruga de plástico em seu viveiro e desde então os dois são inseparáveis. Timmy aparenta demonstrar afeto e traz até comida para Tanya, a tartaruga de brinquedo. 



Segundo a dona do santuário, para que Timmy vá dormir, ela tem que colocar Tanya dentro de sua casinha primeiro. O Tortoise Gardens cuida de mais de 400 tartarugas abandonadas, feridas ou importadas ilegalmente. Timmy foi levada ao santuário depois que seus donos, que a tiveram por 20 anos, se mudaram para a Nova Zelândia. 





Brasil quer garantir sustentabilidade ambiental para a Copa de 2014





Brizza Cavalcante
A Comissão de Turismo e Desporto debateu as providências do Brasil para realizar uma "Copa Verde".
O Brasil quer garantir sustentabilidade ambiental, social e econômica para a Copa de 2014. A chamada "Copa Verde" foi debatida em audiência pública da Comissão de Turismo e Desporto, nesta quarta-feira.


Desde a Copa de 2006, na Alemanha, a Federação Internacional das Associações de Futebol (Fifa) obriga o país-sede a adotar medidas ambientalmente sustentáveis que privilegiem, por exemplo, a mobilidade urbana e a redução do consumo de água e energia.
O diretor do Departamento de Articulação e de Ações na Amazônia da Secretaria Executiva do Ministério do Meio Ambiente, Roberto Suarez, disse que o governo brasileiro já iniciou uma agenda integrada de ações, que também contemplam a cúpula ambiental Rio + 20, prevista para 2012, a Copa das Confederações, em 2013, e as Olimpíadas do Rio de Janeiro, em 2016.
Suarez destacou algumas dessas ações: certificação de estádios para que tenham aproveitamento de água da chuva; aproveitamento ao máximo da energia solar e da ventilação natural; acessibilidade para pessoas portadoras de qualquer necessidade especial; cidades sustentáveis; mobilidade urbana; e a questão da produção, compras e consumo sustentáveis.
“Também está em discussão a questão da Copa Orgânica, que envolve da agricultura familiar aos produtores orgânicos e também os grandes empresários”, acrescenta. “Nós queremos chegar ao nível de 30% de consumo de produtos orgânicos. E isso é para o País, não é só para a Copa. Isso é para ficar."
Obras prioritárias
Em relação à agenda de ações citada por Roberto Suarez, destacam-se as reuniões para o detalhamento da Copa Orgânica (em parceria com o Ministério do Desenvolvimento Agrário) e para tratar da recepção aos turistas nos parques nacionais.
Também já foram realizadas oficinas para discutir o licenciamento ambiental de obras prioritárias. Segundo Suarez, as temáticas contempladas nas ações do MMA também dizem respeito a: energias sustentáveis, mudança climática, patrimônio natural e cultural e turismo ecológico.
As ações, coordenadas pelos ministérios do Esporte e do Meio Ambiente, também privilegiam escolhas sustentáveis na construção ou reforma de estádios nas 12 cidades-sedes da Copa de 2014.
Resíduos sólidos
De acordo com a Associação Ambiental Governos Locais pela Sustentabilidade (ICLEI), os entulhos de obra normalmente representam de 50% a 70% do total de resíduos sólidos produzidos nas grandes cidades. Com a Copa, esse percentual tende a aumentar significativamente. A representante da Associação, Paula Freitas, sugeriu, por exemplo, a reutilização ou reciclagem do ferro, madeira, plástico e papel encontrados nesses entulhos.


Para a ONG SOS Mata Atlântica, o Brasil também deve aproveitar a Copa para investir em turismo ecológico. No entanto, o diretor da ONG, Mário Mantovani, pediu transparência e responsabilidade das autoridades nos processos de licenciamento ambiental dos vários empreendimentos previstos.
Segundo ele, é preciso atuar de uma maneira lógica, executando as ações com as responsabilidades compartilhadas. “Porque daí não vai acontecer de chegar, dois anos antes da Copa, e dizer: 'Não sai a licença ambiental. Não fazem o processo bem feito, com transparência, as licitações são viciadas, há corrupção e, depois, o meio ambiente leva a culpa. É a questão da transparência e da participação."
A presidente da comissão, deputada Raquel Teixeira (PSDB-GO), elogiou as iniciativas da Copa Verde, mas alertou quanto ao atraso, sobretudo em relação às obras de infraestrutura e de mobilidade urbana. Todos os especialistas destacaram que o conceito de sustentabilidade deve estar presente em cada obra, desde o projeto básico.
Reportagem - José Carlos Oliveira/Rádio Câmara 
Edição - Newton Araújo




terça-feira, 13 de julho de 2010

Caixa de papelão transforma-se em 100 árvores





12/07/2010 | 19:49


Na embalagem feita de papel reciclado, foram inseridas sementes de plantas






A Life Box é uma caixa de papelão, ecologicamente correta que pode ser rasgada e enterrada para fazer brotar 100 árvores.
São Paulo - Imagine se você pudesse se desfazer de todo tipo de embalagem simplesmente enterrando-as no canteiro mais próximo e, tempos depois, encontrasse uma mini plantação de brotos de árvores verdinhos.


É exatamente isso que o micrologista e advogado inglês Paul Stamets fez ao laçar no mercado a Life Box - uma caixa de papelão que pode ser rasgada e enterrada para plantar 100 árvores.
A embalagem é à base de papel reciclado em cujas fibras foram inseridas sementes de árvores, cada uma salpicada com esporos de fungo, formando uma micorriza (veja na foto abaixo). Quando plantadas, as sementes brotam graças em parte ao fungo, que ajuda a nutrir a planta.
Aprovado pelo Ministério da Agricultura para o plantio em todos os estados dos Estados Unidos e no Canadá, a Life Box ainda precisa de aprovação de outros países para ser enviada ao exterior, para não espalhar espécies de plantas não-nativas nessa regiões.
Segundo o site da invenção, a caixa semeadora de plantas pode ser utilizada para enviar produtos, como uma embalagem de Sedex, por exemplo. Um pacote com dez caixas de dimensões 10,5cm x 7,5cm custa cerca de 33 dólares. Quem recebe o pacote, pode reciclá-lo. Mas isso seria um desperdício.



Confira o vídeo:

Papel Semente uma novidade que vai brotar!

Criado para promover a reinserção social de portadores de transtornos mentais por meio do trabalho, o Projeto Tear – Oficinas de Trabalho, Terapia e Arte, uma ação de responsabilidade social que reúne a iniciativa privada, o poder público e o terceiro setor (Pfizer, Prefeitura de Guarulhos e Associação Cornélia Vlieg) lançou uma novidade esse ano: a confecção de papel a partir de sementes de grama.


Ecologicamente correto, o papel, depois de utilizado, é cultivado na terra como qualquer outra planta e brota. A iniciativa de reproduzir a idéia em Guarulhos partiu da socióloga Rosemeire de Almeida, monitora das oficinas de papel do Tear, para atender uma solicitação da rede Wal-Mart, cliente do projeto, que tomou conhecimento desta criação na Inglaterra. Diante do desafio, ela e o grupo de oficineiros realizaram várias experiências e chegaram ao produto final.
Rosemeire explica que o papel tem um tempo curto de decomposição, desfazendo-se na terra no período de 10 a 12 dias. “Como neste caso o papel é recheado com sementes de grama, estas permanecem vivas durante todo o processo de fabricação e de utilização do material. Por isso, plantamos papel e nasce grama”, ensina a monitora, que também produz papel a partir de fibras retiradas de folhas de alface, de cascas de cebola, do tronco da bananeira, do coco verde e de talos de beterraba e de couve-flor.
A diferença de produzir o papel com fibras e com sementes de grama está no tratamento químico, processo pelo qual a mais nova invenção não precisa passar. As vantagens são muitas, explica a monitora: “é uma prova viva de que as pessoas precisam reciclar, cuidar do meio ambiente e da natureza, porque ela sempre responderá positivamente”, ressalta.
O custo para produzir o papel a partir de sementes de grama é o mesmo da fabricação com fibras: equivale a aproximadamente noventa centavos por folha.
O material, assim como vários outros produtos confeccionados pelos pacientes atendidos pelo projeto, pode ser adquirido na sede do Tear, que funciona de segunda a sexta-feira, das 7 às 17 horas, na rua Silvestre Vasconcelos Calmon, 92, na Vila Moreira (Guarulhos).

Outra empresa fabricante do PAPEL SEMENTE

O Grupo Eco traz ao mercado promocional uma novidade que vai brotar: o Papel Semente. O Papel Semente é um papel artesanal, 100% biodegradável, que quando plantado e cuidado corretamente, tem suas sementes germinadas e se transformam em hortaliças como rúcula, agrião e cenoura.


Na sua produção, fibras da bananeira são selecionadas, cortadas e fervidas e depois entram em processo de bateção, gerando assim a pasta para ser desenvolvido o papel. Em seguida, as sementes de hortaliças são incrustadas à pasta que se transformará em folhas de papel após serem prensadas e secas ao sol.
O Papel Semente é produzido por uma comunidade empreendedora e parceira do Grupo Eco em Itariri, no Vale do Ribeira em São Paulo gerando 16 empregos diretos. “Fiquei impressionada com a excelente receptividade que o papel teve em São Paulo, no evento de lançamento da nova linha de produtos do Grupo Eco. É muito gostoso receber tantos elogios e incentivos para nosso projeto” diz Genilda Morais, líder da comunidade de Itariri.
São inúmeras as possibilidades de uso desse papel, desde convites e envelopes, Kits Plante & Cultive, envelopes, até peças que podem ser criadas, desenvolvidas e customizadas com o Papel Semente.
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Gostaria de adquirir, entre em contato: salveoplaneta@salveoplaneta.com

segunda-feira, 12 de julho de 2010

O combate à ecofobia

"Cidades como Portland, nos EUA, já começam a criar programas para que crianças e pais passem mais tempo em parques e praças." 
"As notícias da luta pela reconexão entre crianças e natureza não são apenas notícias. Desde que Last Child in the Woods foi publicado nos EUA, em 2005, o interesse no Transtorno de Déficit de Natureza – que não é, como o autor Richard Louv destaca, “um quadro clínico conhecido”, e mais uma “desordem da sociedade” – aumentou mais do que ele poderia imaginar. 
– Fui surpreendido pela resposta. Eu sabia que provocaria interesse, mas não nessa extensão – afirma. 
Isso levou à criação de uma fundação, a Children & Nature Network (C&NN), que procura construir um movimento para reconectar crianças e natureza. Setenta e três campanhas regionais da C&NN foram lançadas pelos EUA e Canadá, e o interessse espalhou-se do Reino Unido para o Quênia. Recentemente, o presidente do departamento de parques na cidade de Portland, em Oregon (EUA), anunciou uma parceria com os serviços de saúde da cidade. Pediatras começarão a receitar “tempo em família” a ser passado em parques. O departamento de parques checará se eles aparecerão, e o departamento de saúde estudará os resultados. 
Como a maioria das pessoas agora mora em cidades, Louv está se envolvendo no debate sobre a “natureza próxima”. Trabalha para assegurar que, onde quer que seja possível, o urbanismo comece a incorporar a natureza em maneiras não exploradas até agora, com ecovilas, trilhas naturais, planos de regeneração natural para shoppings abandonados e terrenos vazios urbanos."

Notícia publicada por Zero Hora, 12 de julho de 2010 | N° 16394

http://zerohora.clicrbs.com.br/zerohora/jsp/default2.jsp?uf=1&local=1&source=a2966932.xml&template=3898.dwt&edition=15071&section=1913

terça-feira, 23 de março de 2010

RECICLAGEM - Óleo de cozinha na natureza




Você sabia que UMA GOTA de óleo de cozinha contamina 25 litros de água? Isto, em proporções maiores, significa que um litro de óleo de cozinha contamina cerca de 1 milhão de litros de água, o equivalente ao consumo de uma pessoa no período de 14 anos.

O óleo de fritura que usamos em nossa casa, e nos estabelecimentos comerciais que lidam com alimentos pode se tornar um agente poluente muito nocivo, uma vez que se jogado direto nos rios, o óleo prejudica a oxigenação da água, tornando-a imprópria ao consumo. Se jogado ao solo, o óleo impermeabiliza-o, favorecendo enchentes. E até mesmo em nossa casa, se despejado na pia, ou armazenado incorretamente, este óleo pode provocar entupimentos, mau cheiro e servir de fonte para alimentação de insetos e roedores.

Existem diversas maneiras de reciclar o óleo de cozinha, onde podemos destacar a produção de resina para tintas, sabão, detergente, glicerina, ração para animais e biodiesel.

Vai agora uma dica de como transformar o óleo de cozinha usado em sabão.
  •  SABÃO FEITO COM ÓLEO DE COZINHA: 

Ingredientes:
  • 2 litros de óleo de cozinha usado;
  • 350 g de soda cáustica em escama;
  • 350 ml de água.

Modo de preparo:

Dissolva a soda cáustica na água em uma vasilha reforçada, pode ser uma lata de tinta de 18 litros. Reserve.
Coloque o óleo, já coado, em um recipiente e leve ao fogo até aquecer em temperatura aproximada a 60ºC. Apague o fogo e, em seguida, acrescente a soda, já dissolvida, e mexa até engrossar por 20 a 30 minutos. Despeje o conteúdo em fôrmas de sabão e aguarde a secagem.

IMPORTANTE: ao dissolver a soda cáustica, use luvas e óculos de proteção para evitar acidentes.
LEMBRE-SE: deixe o sabão em descanso depois de pronto por alguns dias, antes de usá-lo.

segunda-feira, 22 de março de 2010

Anunciado primeiro grande projeto de MDL florestal na África

Uma nova iniciativa que pretende trazer benefícios ambientais e financeiros para comunidades na Etiópia foi anunciada nesta quinta-feira (4) em paralelo ao Fórum de Carbono Africano.

O Projeto de Regeneração Natural Assistida Humbo é o primeiro de grande escala africano a ser registrado sob o Mecanismo de Desenvolvimento Limpo (MDL) do Protocolo de Quioto e deve absorver cerca de 880 mil toneladas métricas de dióxido de carbono nos próximos 30 anos.

O projeto foi concebido pela agência de desenvolvimento internacional World Vision em parceria com o Banco Mundial.

“Apesar da renda proveniente dos créditos de carbono ser um bônus bem vindo, outros benefícios tangíveis do projeto vem da construção da resiliência contra as mudanças climáticas”, explicou o CEO da World Vision AustráliaTim Costello.

Desde 2007 mais de 2,7 mil hectares de terras degradadas foram restaurados em Humbo, no sudoeste da Etiópia, gerando 338 mil toneladas em créditos de carbono até 2017 dos quais 165 mil serão comprados pelo BioCarbon Fund do Banco Mundial. Este fundo compra reduções de emissão de projetos florestais dentro e fora do contexto do MDL, como os créditos gerados pelo mecanismo de REDD.

A venda dos créditos sob o BioCarbon Fund fornecerá um fonte de renda de mais de US$ 700 mil para as comunidades locais ao longo de no mínimo dez anos, além da possibilidade de venda do restante dos créditos.

Atualmente a África abriga cerca de 2% de todos os projetos registrados sob o MDL. Grande parte das 80 milhões de pessoas na Etiópia dependem da agricultura para sobreviver, o equivalente a 50% do PIB e 80% do postos de trabalho.

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Publicat de către DENISE DE MATTOS GAUDARD la De lege agraria nova extensa , 3/22/2010 07:29:00 PM

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EM TEMPO:



  • Mecanismo de Desenvolvimento Limpo (MDL):

  • O mecanismo de desenvolvimento limpo (MDL) é um dispositivo inteligente, estabelecido pelo Protocolo de Kyoto, que visa reduzir os efeitos da poluição através da busca pela eficiência ambiental, ou seja, a redução das emissões de gases causadores de mudanças climáticas.

    O mecanismo de desenvolvimento limpo (MDL) é ainda um incentivo para empresas de países mais industrializados investirem em projetos de redução de emissões dos países em desenvolvimento, como o Brasil.

    Dentre os INÚMEROS tipos de projetos de mecanismo de desenvolvimento limpo (MDL) que podem ser desenvolvidos, pode-se citar:

    • Captura de gás em aterro sanitário;
    • Tratamento de dejetos suínos e reaproveitamento de biogás;
    • Troca de combustível;
    • Geração de energia por fontes renováveis (biomassa, energia eólica, pequenas e médias hidroelétricas), energia solar;
    • Compostagem de resíduos sólidos urbanos;
    • Geração de metano a partir de resíduos orgânico (biogasificação);
    • Pirólise de resíduos.

    Estes projetos de mecanismo de desenvolvimento limpo (MDL) permitem, mediante a comprovação da redução de emissões ou pelo sequestro de carbono, a obtenção dos “Créditos de Carbono”.


  • Créditos de Carbono:

  • Os Créditos de Carbono são certificados internacionalmente válidos e aceitos entre os signatários do Protocolo de Kyoto e outros países voluntários, atestando uma melhoria ambiental alcançada pela redução de emissões de gases do efeito estufa ou pela retirada (absorção ou fixação) do gás carbônico (CO2) em excesso na atmosfera.

    Para pleitear a emissão de créditos de carbono, é necessário elaborar projeto de mecanismo de desenvolvimento limpo (MDL), de acordo com metodologias internacionais, e submetê-lo a órgãos auditores credenciados para avalizar as melhorias projetadas, e assim solicitar a emissão dos créditos de carbono.

    Este projeto de mecanismo de desenvolvimento limpo (MDL) não aborda apenas o seqüestro do carbono em si, mas também atribui pesos diferenciados a outros gases causadores do efeito estufa, como o Metano (CH4), Óxido Nitroso (N2O), Perfluorcarbonos (PFCs), Hidrofluorcarbonos (HFCs) e Hexafluoreto de Enxofre (SF6). Por exemplo, o CH4 é considerado até 23 vezes mais impactante que o CO2.

    Estes são títulos de valor internacional, funcionam como uma “moeda” ambiental que pode ser negociada em bolsas de valores oficiais ou em mercados voluntários, tornando ao empreendedor em renda.

    O comércio de carbono estabelece limites de emissão de permissões para projetos de "MDL", além de normas de comercialização das mesmas. As permissões são criadas pelo órgão regulador de cada país, e, geralmente, distribuídas aos emissores através de outorga, leilão ou combinação das duas.

    No Brasil, o órgão responsável pela regulamentação das emissões é a Comissão Interministerial de Mudança Global do Clima. Entretanto, o Brasil não regulamentou a natureza jurídica e contábil dos títulos gerados, bem como, dos recursos resultantes dos créditos de carbono.

    Para que uma empresa seja credenciada pela ONU como vendedora dos créditos de carbono, precisa-se de aprovação do governo do país. Para tanto, leva-se em conta o fato de a empresa cumprir o "MDL" seja desenvolvendo técnicas, como o uso de “energia limpa”, ou com a utilização de meio de produção ambientalmente sustentável, além de respeitar as leis trabalhistas.


  • Mercado de Carbono:

  • Mercado de Carbono é o termo popular utilizado para denominar os sistemas de negociação de unidades de redução de emissões do GEEs (Gases causadores do Efeito Estufa). No âmbito do Protocolo de Kyoto há dois tipos de mercados de carbono: mercado de créditos gerados por projetos de redução de emissões (Projetos de Mecanismo de Desenvolvimento Limpo e Projetos de Implementação Conjunta), e mercado de permissões.

    É importante ressaltar que o mercado "oficial", ou seja, em conformidade com as regras estabelecidas pela ONU ainda não existe, está em fase de regulamentação. Na última Conferência Internacional das Partes (COP) é que se estabeleceu a forma de registro dos projetos, faltando ainda a regulação das outras etapas.

    No entanto, muitas empresas já possuem projetos de MDL, os quais se encontram em diferentes etapas do procedimento. Um exemplo é a Companhia Açucareira do Vale do Rosário que possui um projeto de MDL envolvendo a co-geração de energia obtida a partir do bagaço da cana-de-açúcar, sendo que, já existem compradores para os "créditos de carbono" que serão gerados.

    Apesar de o mercado "oficial" da ONU ainda não estar em funcionamento, "mercados paralelos" surgiram, onde projetos privados são negociados em bolsas de carbono localizadas principalmente nos EUA, possuindo, no entanto, regras e parâmetros diferentes dos adotados pela ONU em razão do Tratado de Kyoto. No entanto, os preços alcançados nesses mercados (por volta de US$ 16,00/ ton.) ainda é considerado baixo por alguns especialistas, pois se espera que o mercado regulado pela ONU tenha preços mais convidativos.

    Um mercado de carbono "paralelo" também está em fase de implantação no Brasil conforme noticiado pela imprensa, pela BM&F/BVRJ, em convênio com o Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (MDIC), visando estimular o desenvolvimento de projetos de MDL e viabilizar negócios no mercado ambiental de forma organizada e transparente.

    O primeiro passo foi a criação de um Banco de Projetos de MDL, um sistema eletrônico que registrará projetos de redução de carbono, que já tenham sido validados por uma Entidade Operacional Designada, ou que ainda estejam em fase de estruturação. Também, os investidores, serão pré-qualificados e cadastrados na Bolsa para divulgar suas intenções em adquirir no mercado de créditos a serem gerados por projetos de MDL.

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    Leandro P. Freitas
    22 de Março de 2010

    O custo de um pingo d' água

    (e a ótima idéia em Pernambuco)

    Do ponto de vista local, ou mesmo dentro de uma conjuntura global, observa-se que a distribuição de água é cada vez mais irregular, seja pelas características geográficas, seja pelos deslocamentos urbanos.

    Entra ano e sai ano e, pelo menos por um dia, a questão da água vem à tona. Desde 1992, a ONU determinou que o dia 22 de março teria essa incumbência. Nessa data e na véspera dela, literalmente, ‘chovem' reportagens na mídia sobre o perigo da escassez de água no planeta. No entanto, muito mais até do que a reserva de água disponível, o controle, o gerenciamento e a distribuição, embora parcamente discutidos, são os grandes desafios a serem enfrentados, e não só pontualmente, é claro.

    Do ponto de vista local, ou mesmo dentro de uma conjuntura global, observa-se que a distribuição de água é cada vez mais irregular, seja pelas características geográficas, seja pelos deslocamentos urbanos. A América do Sul, por exemplo, dispõe da quarta parte da água disponível em todo o mundo, embora abrigue apenas 6% da população. No extremo oposto, 60% dos habitantes do planeta vivem na Ásia, que não dispõe de mais do que um terço dos recursos em água existentes.

    Não precisamos ir tão longe. A Amazônia, o lugar mais rico em água potável superficial de todo o Planeta, está distante de todos os grandes centros urbanos nacionais. E esses centros urbanos, diga-se de passagem, não param de crescer. Segundo o Fundo de População das Nações Unidas (UNFPA), até 2030, 5 bilhões de pessoas, o equivalente a 60% da população mundial, viverão neles. Em 2050, esse percentual subirá para 70%.

    Esse contexto já vem gerando desdobramentos, no mínimo, preocupantes. Especula-se, por exemplo, que alguns países mais pródigos em recursos hídricos estejam estudando possibilidades de comercializar seus excedentes, assim como acontece com o petróleo. Não cabe aqui julgá-los, mas entender a grandiosidade e urgência da questão.

    Contudo, não dá mais para falar em escassez, de um lado, e desperdício, de outro, sem antes falar da gestão da água. E nesse sentido, tecnologia e conectividade são as palavras chave. Somente sabendo como, quando e, sobretudo, onde se gasta mais; será possível corrigir distorções e redirecionar os fluxos de distribuição.

    É fato que as pessoas, cada vez mais, estão atentas para as consequências de suas ações no meio ambiente, mas quando não se tem a exata noção desse impacto, fica difícil adotar medidas efetivamente capazes de reduzir ou, ao menos, ajustar um determinado comportamento. E, sim, grande parte das pessoas não sabem quanto, muito menos como, consomem água, e não é por falta de interesse.

    Em Pernambuco, em um caso infelizmente isolado, os empresários responsáveis por estabelecimentos que gastam mais de 600 mil litros de água por mês, ou seja, locais que pagam uma conta mensal de, no mínimo, R$ 3,5 mil, ‘ganharam' a possibilidade de acompanhar permanentemente seus gastos com água. Hoje, eles podem descobrir vazamentos ou falta de vazão e analisar o comportamento de seus funcionários em relação ao desperdício, tudo através da Internet.

    Com 40 milhões de brasileiros conectados, a alternativa adotada em Pernambuco é viável e mais do que pertinente para qualquer região do país. Apenas por meio de consumidores capazes de controlar de perto seu consumo de água, haverá condições de preservar e gerenciar esse bem tão precioso.

    O que se espera, enfim, é que aliada às campanhas deste ano para fechar direito as torneiras, regular chuveiros e vasos sanitários, seja levantada uma bandeira para que todos tenham o direito à informação, na plataforma que escolherem e com a periodicidade desejada, de quanto custa um pingo d'água. Simples e extremamente útil. Até porque não dá para pensar em consumo consciente sem saber o que se consome.

    Marco Aurélio Teixeira - gerente de medição de água da CAS Tecnologia (www.cas-tecnologia.com.br)

    http://www.administradores.com.br/informe-se/informativo/o-custo-de-um-pingo-d-agua/31402/

    Dia Mundial da Água (dicas!)

    Conserve água dentro de casa

    22/03/2010 - Existem diversas formas de evitar o desperdício de água dentro de casa. Seja nos banheiros, na cozinha ou no quintal, você pude mudar algumas atitudes simples e economizar muitos litros de água todos os meses. Você estará contribuindo com a preservação desse recurso valioso e ainda poderá economizar no final no mês.

    Nos banheiros:

    * Tome banhos curtos, de no máximo, cinco minutos;
    * Use um copo com água na hora de enxaguar a boca e use a torneira apenas para molhar a escova de dentes;
    * Evite dar descargas desnecessárias;
    * Prefira chuveiro, em vez de banheira;
    * Instale um arejador nos chuveiros e pias.

    Na cozinha:

    * Use a máquina de lavar-louças com sua capacidade máxima;
    * Deixe os pratos e panelas de molho e retire os restos de comida antes de lavar;
    * Feche a torneira enquanto ensaboa a louça.

    Na lavanderia, jardim e quintal:

    * Acumule as roupas sujas e lave todas de uma só vez;
    * Regue as plantas pela manhã e utilize um sistema de gotejamento;
    * Troque a mangueira pela vassoura e balde na hora de lavar o carro e a calçada;
    * Cubra a piscina quando não for utilizá-la para evitar a evaporação.

    Outras dicas:

    * Aproveite a água da chuva;
    * Elimine todos os vazamentos;
    * Reaproveite a água de máquinas, chuveiros e torneiras em outros cantos da casa, como no jardim, na descarga ou no quintal.

    FONTE: EcoDesenvolvimento

    http://www.canalvg.com.br/index.php/portal/descricao/geral/noticia/Conserve+%C3%A1gua+dentro+de+casa.html

    Dia Mundial da Água

    Conta Social: Dia Mundial da Água

    22/03/2010 - Dia Mundial da Água é comemorado amanhã, 22 de março. Segundo dados da Organização Mundial de Saúde (OMS), o Brasil está bem na fita em quantidade: tem 11,6% de toda a água doce do planeta. Mas, no contexto, o horizonte não é dos melhores. Pesquisa da Agência Nacional de Águas (ANA) aponta que a demanda nas regiões metropolitanas é maior que a produção atual. Para evitar escassez em 15 anos, é preciso investir R$ 27,7 bilhões. Para Sergio Belleza, gerente da Divisão de Tratamento de Águas da Argal Química, a solução está em empresas e programas de conscientização. “O uso racional da água tem que ser visto como fator urgente e prioritário. Além disso, as empresas têm que estar atentas à implantação dos modernos sistemas de reuso de água”, diz.

    A coluna Conta Social reúne aqui alguns exemplos empresariais que nos deixam em bons lençóis. A Fábrica da Souza Cruz, em Uberlândia, começou a captar água da chuva, que é armazenada em lago artificial para a indústria. Segundo a empresa, mais de 110 milhões de litros são reciclados por ano — economia para o abastecimento de 500 famílias no período. Se, antes, a Amazônia era a palavra da moda, ao se falar de água, agora, descobriu-se que é no Cerrado que estão as nascentes dos rios. “Muitas pessoas ainda reconhecem o Cerrado como bioma de clima seco e sem vida. Poucos sabem que é a maior fonte geradora de água doce do País”, explica a diretora executiva da Fundação O Boticário de Proteção à Natureza, Malu Nunes. Com essa preocupação, a fundação mantém duas reservas no Cerrado — Santo Morato e Tombador.

    FONTE: O Dia Online

    http://www.canalvg.com.br/index.php/portal/descricao/geral/noticia/Conta+Social:+Dia+Mundial+da+%C3%81gua.html