terça-feira, 23 de março de 2010

RECICLAGEM - Óleo de cozinha na natureza




Você sabia que UMA GOTA de óleo de cozinha contamina 25 litros de água? Isto, em proporções maiores, significa que um litro de óleo de cozinha contamina cerca de 1 milhão de litros de água, o equivalente ao consumo de uma pessoa no período de 14 anos.

O óleo de fritura que usamos em nossa casa, e nos estabelecimentos comerciais que lidam com alimentos pode se tornar um agente poluente muito nocivo, uma vez que se jogado direto nos rios, o óleo prejudica a oxigenação da água, tornando-a imprópria ao consumo. Se jogado ao solo, o óleo impermeabiliza-o, favorecendo enchentes. E até mesmo em nossa casa, se despejado na pia, ou armazenado incorretamente, este óleo pode provocar entupimentos, mau cheiro e servir de fonte para alimentação de insetos e roedores.

Existem diversas maneiras de reciclar o óleo de cozinha, onde podemos destacar a produção de resina para tintas, sabão, detergente, glicerina, ração para animais e biodiesel.

Vai agora uma dica de como transformar o óleo de cozinha usado em sabão.
  •  SABÃO FEITO COM ÓLEO DE COZINHA: 

Ingredientes:
  • 2 litros de óleo de cozinha usado;
  • 350 g de soda cáustica em escama;
  • 350 ml de água.

Modo de preparo:

Dissolva a soda cáustica na água em uma vasilha reforçada, pode ser uma lata de tinta de 18 litros. Reserve.
Coloque o óleo, já coado, em um recipiente e leve ao fogo até aquecer em temperatura aproximada a 60ºC. Apague o fogo e, em seguida, acrescente a soda, já dissolvida, e mexa até engrossar por 20 a 30 minutos. Despeje o conteúdo em fôrmas de sabão e aguarde a secagem.

IMPORTANTE: ao dissolver a soda cáustica, use luvas e óculos de proteção para evitar acidentes.
LEMBRE-SE: deixe o sabão em descanso depois de pronto por alguns dias, antes de usá-lo.

segunda-feira, 22 de março de 2010

Anunciado primeiro grande projeto de MDL florestal na África

Uma nova iniciativa que pretende trazer benefícios ambientais e financeiros para comunidades na Etiópia foi anunciada nesta quinta-feira (4) em paralelo ao Fórum de Carbono Africano.

O Projeto de Regeneração Natural Assistida Humbo é o primeiro de grande escala africano a ser registrado sob o Mecanismo de Desenvolvimento Limpo (MDL) do Protocolo de Quioto e deve absorver cerca de 880 mil toneladas métricas de dióxido de carbono nos próximos 30 anos.

O projeto foi concebido pela agência de desenvolvimento internacional World Vision em parceria com o Banco Mundial.

“Apesar da renda proveniente dos créditos de carbono ser um bônus bem vindo, outros benefícios tangíveis do projeto vem da construção da resiliência contra as mudanças climáticas”, explicou o CEO da World Vision AustráliaTim Costello.

Desde 2007 mais de 2,7 mil hectares de terras degradadas foram restaurados em Humbo, no sudoeste da Etiópia, gerando 338 mil toneladas em créditos de carbono até 2017 dos quais 165 mil serão comprados pelo BioCarbon Fund do Banco Mundial. Este fundo compra reduções de emissão de projetos florestais dentro e fora do contexto do MDL, como os créditos gerados pelo mecanismo de REDD.

A venda dos créditos sob o BioCarbon Fund fornecerá um fonte de renda de mais de US$ 700 mil para as comunidades locais ao longo de no mínimo dez anos, além da possibilidade de venda do restante dos créditos.

Atualmente a África abriga cerca de 2% de todos os projetos registrados sob o MDL. Grande parte das 80 milhões de pessoas na Etiópia dependem da agricultura para sobreviver, o equivalente a 50% do PIB e 80% do postos de trabalho.

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Publicat de către DENISE DE MATTOS GAUDARD la De lege agraria nova extensa , 3/22/2010 07:29:00 PM

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EM TEMPO:



  • Mecanismo de Desenvolvimento Limpo (MDL):

  • O mecanismo de desenvolvimento limpo (MDL) é um dispositivo inteligente, estabelecido pelo Protocolo de Kyoto, que visa reduzir os efeitos da poluição através da busca pela eficiência ambiental, ou seja, a redução das emissões de gases causadores de mudanças climáticas.

    O mecanismo de desenvolvimento limpo (MDL) é ainda um incentivo para empresas de países mais industrializados investirem em projetos de redução de emissões dos países em desenvolvimento, como o Brasil.

    Dentre os INÚMEROS tipos de projetos de mecanismo de desenvolvimento limpo (MDL) que podem ser desenvolvidos, pode-se citar:

    • Captura de gás em aterro sanitário;
    • Tratamento de dejetos suínos e reaproveitamento de biogás;
    • Troca de combustível;
    • Geração de energia por fontes renováveis (biomassa, energia eólica, pequenas e médias hidroelétricas), energia solar;
    • Compostagem de resíduos sólidos urbanos;
    • Geração de metano a partir de resíduos orgânico (biogasificação);
    • Pirólise de resíduos.

    Estes projetos de mecanismo de desenvolvimento limpo (MDL) permitem, mediante a comprovação da redução de emissões ou pelo sequestro de carbono, a obtenção dos “Créditos de Carbono”.


  • Créditos de Carbono:

  • Os Créditos de Carbono são certificados internacionalmente válidos e aceitos entre os signatários do Protocolo de Kyoto e outros países voluntários, atestando uma melhoria ambiental alcançada pela redução de emissões de gases do efeito estufa ou pela retirada (absorção ou fixação) do gás carbônico (CO2) em excesso na atmosfera.

    Para pleitear a emissão de créditos de carbono, é necessário elaborar projeto de mecanismo de desenvolvimento limpo (MDL), de acordo com metodologias internacionais, e submetê-lo a órgãos auditores credenciados para avalizar as melhorias projetadas, e assim solicitar a emissão dos créditos de carbono.

    Este projeto de mecanismo de desenvolvimento limpo (MDL) não aborda apenas o seqüestro do carbono em si, mas também atribui pesos diferenciados a outros gases causadores do efeito estufa, como o Metano (CH4), Óxido Nitroso (N2O), Perfluorcarbonos (PFCs), Hidrofluorcarbonos (HFCs) e Hexafluoreto de Enxofre (SF6). Por exemplo, o CH4 é considerado até 23 vezes mais impactante que o CO2.

    Estes são títulos de valor internacional, funcionam como uma “moeda” ambiental que pode ser negociada em bolsas de valores oficiais ou em mercados voluntários, tornando ao empreendedor em renda.

    O comércio de carbono estabelece limites de emissão de permissões para projetos de "MDL", além de normas de comercialização das mesmas. As permissões são criadas pelo órgão regulador de cada país, e, geralmente, distribuídas aos emissores através de outorga, leilão ou combinação das duas.

    No Brasil, o órgão responsável pela regulamentação das emissões é a Comissão Interministerial de Mudança Global do Clima. Entretanto, o Brasil não regulamentou a natureza jurídica e contábil dos títulos gerados, bem como, dos recursos resultantes dos créditos de carbono.

    Para que uma empresa seja credenciada pela ONU como vendedora dos créditos de carbono, precisa-se de aprovação do governo do país. Para tanto, leva-se em conta o fato de a empresa cumprir o "MDL" seja desenvolvendo técnicas, como o uso de “energia limpa”, ou com a utilização de meio de produção ambientalmente sustentável, além de respeitar as leis trabalhistas.


  • Mercado de Carbono:

  • Mercado de Carbono é o termo popular utilizado para denominar os sistemas de negociação de unidades de redução de emissões do GEEs (Gases causadores do Efeito Estufa). No âmbito do Protocolo de Kyoto há dois tipos de mercados de carbono: mercado de créditos gerados por projetos de redução de emissões (Projetos de Mecanismo de Desenvolvimento Limpo e Projetos de Implementação Conjunta), e mercado de permissões.

    É importante ressaltar que o mercado "oficial", ou seja, em conformidade com as regras estabelecidas pela ONU ainda não existe, está em fase de regulamentação. Na última Conferência Internacional das Partes (COP) é que se estabeleceu a forma de registro dos projetos, faltando ainda a regulação das outras etapas.

    No entanto, muitas empresas já possuem projetos de MDL, os quais se encontram em diferentes etapas do procedimento. Um exemplo é a Companhia Açucareira do Vale do Rosário que possui um projeto de MDL envolvendo a co-geração de energia obtida a partir do bagaço da cana-de-açúcar, sendo que, já existem compradores para os "créditos de carbono" que serão gerados.

    Apesar de o mercado "oficial" da ONU ainda não estar em funcionamento, "mercados paralelos" surgiram, onde projetos privados são negociados em bolsas de carbono localizadas principalmente nos EUA, possuindo, no entanto, regras e parâmetros diferentes dos adotados pela ONU em razão do Tratado de Kyoto. No entanto, os preços alcançados nesses mercados (por volta de US$ 16,00/ ton.) ainda é considerado baixo por alguns especialistas, pois se espera que o mercado regulado pela ONU tenha preços mais convidativos.

    Um mercado de carbono "paralelo" também está em fase de implantação no Brasil conforme noticiado pela imprensa, pela BM&F/BVRJ, em convênio com o Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (MDIC), visando estimular o desenvolvimento de projetos de MDL e viabilizar negócios no mercado ambiental de forma organizada e transparente.

    O primeiro passo foi a criação de um Banco de Projetos de MDL, um sistema eletrônico que registrará projetos de redução de carbono, que já tenham sido validados por uma Entidade Operacional Designada, ou que ainda estejam em fase de estruturação. Também, os investidores, serão pré-qualificados e cadastrados na Bolsa para divulgar suas intenções em adquirir no mercado de créditos a serem gerados por projetos de MDL.

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    Leandro P. Freitas
    22 de Março de 2010

    O custo de um pingo d' água

    (e a ótima idéia em Pernambuco)

    Do ponto de vista local, ou mesmo dentro de uma conjuntura global, observa-se que a distribuição de água é cada vez mais irregular, seja pelas características geográficas, seja pelos deslocamentos urbanos.

    Entra ano e sai ano e, pelo menos por um dia, a questão da água vem à tona. Desde 1992, a ONU determinou que o dia 22 de março teria essa incumbência. Nessa data e na véspera dela, literalmente, ‘chovem' reportagens na mídia sobre o perigo da escassez de água no planeta. No entanto, muito mais até do que a reserva de água disponível, o controle, o gerenciamento e a distribuição, embora parcamente discutidos, são os grandes desafios a serem enfrentados, e não só pontualmente, é claro.

    Do ponto de vista local, ou mesmo dentro de uma conjuntura global, observa-se que a distribuição de água é cada vez mais irregular, seja pelas características geográficas, seja pelos deslocamentos urbanos. A América do Sul, por exemplo, dispõe da quarta parte da água disponível em todo o mundo, embora abrigue apenas 6% da população. No extremo oposto, 60% dos habitantes do planeta vivem na Ásia, que não dispõe de mais do que um terço dos recursos em água existentes.

    Não precisamos ir tão longe. A Amazônia, o lugar mais rico em água potável superficial de todo o Planeta, está distante de todos os grandes centros urbanos nacionais. E esses centros urbanos, diga-se de passagem, não param de crescer. Segundo o Fundo de População das Nações Unidas (UNFPA), até 2030, 5 bilhões de pessoas, o equivalente a 60% da população mundial, viverão neles. Em 2050, esse percentual subirá para 70%.

    Esse contexto já vem gerando desdobramentos, no mínimo, preocupantes. Especula-se, por exemplo, que alguns países mais pródigos em recursos hídricos estejam estudando possibilidades de comercializar seus excedentes, assim como acontece com o petróleo. Não cabe aqui julgá-los, mas entender a grandiosidade e urgência da questão.

    Contudo, não dá mais para falar em escassez, de um lado, e desperdício, de outro, sem antes falar da gestão da água. E nesse sentido, tecnologia e conectividade são as palavras chave. Somente sabendo como, quando e, sobretudo, onde se gasta mais; será possível corrigir distorções e redirecionar os fluxos de distribuição.

    É fato que as pessoas, cada vez mais, estão atentas para as consequências de suas ações no meio ambiente, mas quando não se tem a exata noção desse impacto, fica difícil adotar medidas efetivamente capazes de reduzir ou, ao menos, ajustar um determinado comportamento. E, sim, grande parte das pessoas não sabem quanto, muito menos como, consomem água, e não é por falta de interesse.

    Em Pernambuco, em um caso infelizmente isolado, os empresários responsáveis por estabelecimentos que gastam mais de 600 mil litros de água por mês, ou seja, locais que pagam uma conta mensal de, no mínimo, R$ 3,5 mil, ‘ganharam' a possibilidade de acompanhar permanentemente seus gastos com água. Hoje, eles podem descobrir vazamentos ou falta de vazão e analisar o comportamento de seus funcionários em relação ao desperdício, tudo através da Internet.

    Com 40 milhões de brasileiros conectados, a alternativa adotada em Pernambuco é viável e mais do que pertinente para qualquer região do país. Apenas por meio de consumidores capazes de controlar de perto seu consumo de água, haverá condições de preservar e gerenciar esse bem tão precioso.

    O que se espera, enfim, é que aliada às campanhas deste ano para fechar direito as torneiras, regular chuveiros e vasos sanitários, seja levantada uma bandeira para que todos tenham o direito à informação, na plataforma que escolherem e com a periodicidade desejada, de quanto custa um pingo d'água. Simples e extremamente útil. Até porque não dá para pensar em consumo consciente sem saber o que se consome.

    Marco Aurélio Teixeira - gerente de medição de água da CAS Tecnologia (www.cas-tecnologia.com.br)

    http://www.administradores.com.br/informe-se/informativo/o-custo-de-um-pingo-d-agua/31402/

    Dia Mundial da Água (dicas!)

    Conserve água dentro de casa

    22/03/2010 - Existem diversas formas de evitar o desperdício de água dentro de casa. Seja nos banheiros, na cozinha ou no quintal, você pude mudar algumas atitudes simples e economizar muitos litros de água todos os meses. Você estará contribuindo com a preservação desse recurso valioso e ainda poderá economizar no final no mês.

    Nos banheiros:

    * Tome banhos curtos, de no máximo, cinco minutos;
    * Use um copo com água na hora de enxaguar a boca e use a torneira apenas para molhar a escova de dentes;
    * Evite dar descargas desnecessárias;
    * Prefira chuveiro, em vez de banheira;
    * Instale um arejador nos chuveiros e pias.

    Na cozinha:

    * Use a máquina de lavar-louças com sua capacidade máxima;
    * Deixe os pratos e panelas de molho e retire os restos de comida antes de lavar;
    * Feche a torneira enquanto ensaboa a louça.

    Na lavanderia, jardim e quintal:

    * Acumule as roupas sujas e lave todas de uma só vez;
    * Regue as plantas pela manhã e utilize um sistema de gotejamento;
    * Troque a mangueira pela vassoura e balde na hora de lavar o carro e a calçada;
    * Cubra a piscina quando não for utilizá-la para evitar a evaporação.

    Outras dicas:

    * Aproveite a água da chuva;
    * Elimine todos os vazamentos;
    * Reaproveite a água de máquinas, chuveiros e torneiras em outros cantos da casa, como no jardim, na descarga ou no quintal.

    FONTE: EcoDesenvolvimento

    http://www.canalvg.com.br/index.php/portal/descricao/geral/noticia/Conserve+%C3%A1gua+dentro+de+casa.html

    Dia Mundial da Água

    Conta Social: Dia Mundial da Água

    22/03/2010 - Dia Mundial da Água é comemorado amanhã, 22 de março. Segundo dados da Organização Mundial de Saúde (OMS), o Brasil está bem na fita em quantidade: tem 11,6% de toda a água doce do planeta. Mas, no contexto, o horizonte não é dos melhores. Pesquisa da Agência Nacional de Águas (ANA) aponta que a demanda nas regiões metropolitanas é maior que a produção atual. Para evitar escassez em 15 anos, é preciso investir R$ 27,7 bilhões. Para Sergio Belleza, gerente da Divisão de Tratamento de Águas da Argal Química, a solução está em empresas e programas de conscientização. “O uso racional da água tem que ser visto como fator urgente e prioritário. Além disso, as empresas têm que estar atentas à implantação dos modernos sistemas de reuso de água”, diz.

    A coluna Conta Social reúne aqui alguns exemplos empresariais que nos deixam em bons lençóis. A Fábrica da Souza Cruz, em Uberlândia, começou a captar água da chuva, que é armazenada em lago artificial para a indústria. Segundo a empresa, mais de 110 milhões de litros são reciclados por ano — economia para o abastecimento de 500 famílias no período. Se, antes, a Amazônia era a palavra da moda, ao se falar de água, agora, descobriu-se que é no Cerrado que estão as nascentes dos rios. “Muitas pessoas ainda reconhecem o Cerrado como bioma de clima seco e sem vida. Poucos sabem que é a maior fonte geradora de água doce do País”, explica a diretora executiva da Fundação O Boticário de Proteção à Natureza, Malu Nunes. Com essa preocupação, a fundação mantém duas reservas no Cerrado — Santo Morato e Tombador.

    FONTE: O Dia Online

    http://www.canalvg.com.br/index.php/portal/descricao/geral/noticia/Conta+Social:+Dia+Mundial+da+%C3%81gua.html